Os motivos da separação

A convivência a dois é sempre um desafio, pois as pessoas pensam e agem de formas e com motivos diferentes. A separação de um casal gera sofrimento para os envolvidos e pode ocorrer por diversos motivos. Esses motivos podem ser:


1 – Desconexão emocional
2 – Afastamento físico
3 – Surgimento de uma terceira pessoa
4 – Problemas com familiares (pais, sogros, cunhados ou outros)
5 – Problemas financeiros
6 – Educação dos filhos
7 – Relações abusivas (física, psicológica, sexual ou material)
8 – Sem motivos específicos


Das motivações citadas acima, embora todas sejam potencialmente dolorosas, quero destacar a última: quando não há um motivo específico! Nesses casos geralmente passa-se um tempo muito grande entre a tomada de decisão e a comunicação da decisão ao par e a outras pessoas, pois a dúvida é intensa e o medo da crítica também, assim como a dificuldade de aceitação do outro.

As pessoas amigas ou familiares próximos sempre perguntam qual o motivo que levou o casal a se separar, e muitas vezes julgam os motivos como suficientes ou não, com base nas suas vivências. Quando não há um ato violento, uma terceira pessoa ou a interferência de familiares, ou até mesmo problemas com dinheiro, o divorciando tende a sentir-se inseguro e
criticado pelas pessoas.

Se você está passando por um processo de divórcio e separação precisa estar atento às suas necessidades e sentimentos, sem ter que atender aos motivos dos outros para ficar ou sair de uma relação.

Se você é amigo ou familiar de uma pessoa em processo de divórcio, é importante oferecer apoio sem julgamentos, resistindo à tentação em medir a dor e a resistência do outro a partir das suas experiências. Apoio é tudo que uma pessoa que está nessa difícil transição relacional precisa!

Tayora Dantas (@taydantaspsi)
Psicóloga Conjugal e Familiar
Gestão de separação e divórcio
Atendimento Online

Nude é traição? Pesquisa aponta o que é considerado infidelidade virtual

Uma pesquisa feita pelo Gleeden, app de encontros extraconjugais voltado para mulheres, apontou que 58% das pessoas acreditam que a infidelidade é um comportamento humano natural e até 57% consideram que é possível amar o parceiro e ao mesmo tempo ser infiel. Mas a pergunta que paira no ar é: enviar nude é traição?

Através da consultoria Dive, o Gleeden entrevistou no ano passado, de forma digital, 300 pessoas maiores de 18 anos para entender o que é considerado infidelidade virtual. Para 83% dos entrevistados, o envio ou recebimento de fotos sugestivas faz parte da traição, bem como ser usuário de aplicativo ou portal de namoro (82%); fantasiar ou flertar online (78%); dedicar e receber mensagens em postagens ou status de mídia social (39%); procura de pornografia (11%), e ‘curtidas’ nas redes sociais (4%).

Para 44% dos participantes, a principal motivação para trair é o desejo sexual, seguida pela curiosidade sexual (36%), problemas no parceiro (27%) e tédio ou monotonia na relação (26%).

De acordo com a diretora de Comunicação do Gleeden na América Latina e especialista em sexualidade, Silvia Rubies, a infidelidade é entendida como “a ruptura do acordo afetivo ou sexual entre duas pessoas, que pode ser casual, é claro, e inclui uma série de atividades como ter um caso casual, um caso extraconjugal contínuo, sexo oral, beijos, carícias e ligações emocionais que vão além da amizade.” Nesse sentido, frisou que “fazer sexo com terceiros e consumir pornografia pode ser considerado infidelidade dependendo do acordo feito entre o casal.”

Pandemia: divórcios e apps de encontros

A chegada da pandemia impulsionou não apenas as separações, como também os aplicativos de encontros, como o Gleeden, e os de divórcios, como o Idivorciei. Para o site de relacionamento os meses de confinamento aumentaram em 200% suas conexões, que funciona com total anonimato dos participantes. Ainda de acordo com a pesquisa, apesar de metade dos entrevistados (50%) acreditarem que a melhor forma de arranjar um caso é através de amigos, conhecidos ou ex-parceiros, 30% não descartam encontrar um caso por meio de um aplicativo.

Já para o app dos ‘descasados’, o cenário culminou no desenvolvimento da plataforma, criada pela comunicóloga especialista em negócios Calila Matos, com o intuito de oferecer soluções e conteúdo para divorciados.

O tema infidelidade é polêmico em qualquer aspecto, seja físico ou virtual, e gera diversos debates, seja por quem está de fora ou dentro de uma relação. Ter um relacionamento aberto pode funcionar muito bem para pessoas mais liberais e que estão de acordo com as características do envolvimento, bem como também pode alcançar o sucesso um relacionamento fechado onde ambos os parceiros honrem e respeitem os limites do que foi proposto para este tipo de relação.

O app Gleeden já possui 150 mil usuários no Brasil e, apesar de ter sido desenvolvido e voltado para mulheres, a porcentagem delas na rede social ainda é pequena. Em entrevista a Universa, a psicóloga e sexóloga Sandra Vasques atrelou o fato ao machismo, ainda muito enraizado na sociedade.

“A traição feminina é vista de um jeito diferente da masculina. Se um homem quando trai, falam: ‘Ah, é normal, é coisa do gênero, não conseguiu ser fiel’. Já a mulher quando trai ela é chamada de promíscua, dizem que ela não dá valor para a família, que ela é fraca”, explicou a especialista.

Segundo a empresa, o objetivo do site é responder às necessidades do público feminino com funcionalidades desenvolvidas especialmente para elas. O empoderamento das mulheres mais liberais também é um dos pilares da empresa.

Fonte: Olhar Digital – 05/07/2021

https://olhardigital.com.br/

Imagem: Shutterstock

Você sente seu coração batendo acelerado mesmo em repouso, ou aperto no peito?

Coração “bombando” no peito? Você sente seu coração batendo acelerado mesmo em repouso, ou aperto no peito? As vezes até o coração batendo mais forte que o normal??


Isso é o efeito da adrenalina. E é normal. Não no sentido de comum, mas no sentido de que esse é o efeito desse hormônio.  O que não é normal é que isso ocorra sem motivo aparente. Sem esforços físicos, sem estar em uma situação real de perigo.


Isso é muito comum quando passamos por uma situação desconfortável como uma traição, lembranças ruins ou no período difícil de uma separação.


Por pior que sejam esse sintomas, saiba que não são graves. A sensação é péssima, por vezes de morte, mas a doença não é real. É sua mente te pregando uma peça, te fazendo sentir doenças que não existem.  Seu corpo tenta fugir daquela situação ruim, das lembranças, dos sentimentos conflitantes, mas não consegue porque o problema está dentro de você. 


Não há como “fugir”, apenas enfrentar. Para se sentir melhor, mais seguro, faça um check-up cardiológico. Prove para sua mente que o corpo está bem. Sabendo que o coração não vai parar ou “explodir” a qualquer momento, sua mente se acalma e a sensação se alivia. Não se assuste nem tente fugir. Enfrente seus medos, dores e frustrações. Faça exercícios e terapia. Seu coração agradece.

Por: Leandro Franco

Cardiologista CRM 129128

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