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Supere a Separação

Dicas valiosas para você melhorar depois do término

Podemos aprender muito com a ciência sobre a separação, acredita?

Vários estudos analisaram o que realmente acontece e como podemos superar a separação e toda dor que envolve esse momento.

Recentemente uma pesquisa publicada na revista científica Journal of Experimental Psychology, por exemplo, avaliou a eficácia de três estratégias: pensar negativamente sobre o ex; aceitar seu amor pelo ex; e se distrair pensando em coisas boas que não têm nada a ver com o ex.

Embora nenhuma delas seja perfeita, as três serviram para diminuir as respostas emocionais dos participantes em relação aos ex-parceiros. Portanto, uma combinação das três parece um bom ponto de partida.

Pense em voz alta: ‘Seu ex tinha um mau hálito horrível pela manhã e uma admiração doentia pelo som da própria voz — que nojo’.

Em seguida: ‘Tudo bem ter amado ele, é uma coisa boa — mesmo que agora você veja que essa pessoa é repugnante’.

E finalmente: ‘O tempo não está maravilhoso agora?’

Dee Holmes, especialista em relacionamentos, sugere outro ponto de partida interessante:

“Permita-se um tempo para afogar as mágoas um pouco. Tubo bem tirar um dia de folga do trabalho — se você estiver em choque, pode ser a ação mais segura, dependendo do seu emprego.”

“Converse com seus amigos e mantenha um diário de como você se sente”, diz ela, “mas não deixe que isso domine sua vida. E (não) tome decisões precipitadas. Você pode achar que não será capaz de suportar viver na mesma casa sem o seu ex, mas, na verdade, depois de mudar os móveis de lugar e talvez pintar as paredes, pode ser que você veja que pode.”

Jo recomenda deixar de seguir o ex nas redes sociais:

“Apague ou bloqueie qualquer coisa que provoque memórias dolorosas, como fotos ou textos. Parece cruel, mas a verdade é que ajuda a cicatrizar as feridas”.

“Não mande mensagens de texto ou ligue, especialmente tarde da noite”, acrescenta, “esboce textos e apague, ou escreva sobre seus sentimentos privadamente. Não ‘stalkeie’ ou vigie”.

De acordo com os estágios do luto, a raiva também pode desempenhar um papel importante.

Mas a raiva pode ter seus benefícios: é difícil sentir falta de alguém que você decide que não suporta. Alguns especialistas desaconselham, no entanto, essa forma de psicologia reversa.

Um vídeo de autoajuda chamado How To Get Over Someone (“Como Esquecer Alguém”, em tradução livre) diz que a maneira de fazer isso não é se convencendo de que nunca gostou da pessoa, mas analisando o que você gostava nela.

Na sequência, se pergunte: ‘Seria possível encontrar essas qualidades em um futuro parceiro?’

Se você combinar todas essas táticas, pode traçar um plano: aceite o que você sente e permita-se lamentar; converse com familiares e amigos e, se necessário, com um terapeuta; escreva um diário; evite as redes sociais; apague gatilhos dolorosos; se distraia; não tome decisões precipitadas; não tenha contato com o ex; lembre-se dos aspectos negativos dele; e, depois de um tempo, pense nas características positivas e considere que essas qualidades podem ser encontradas em outra pessoa.

E então é só uma questão de tempo.

Quanto tempo leva pra passar essa dor afinal?

Você não pode apressar o amor — e, infelizmente, tampouco pode abreviar o processo de superação do fim do relacionamento, achou que podia burlar essa né? pois é, não vai dar!

Um estudo sugere que leva cerca de três meses (11 semanas para ser mais precisa) para que alguém tenha um sentimento mais positivo em relação à uma separação, no entanto, a dor da desilusão amorosa não é uma ciência.

No meu caso, levei seis meses até me sentir pronta para seguir em frente. Mas, a essa altura, eu realmente estava pronta.

Superar a dor da separação é um desafio paradoxal, tão difícil por causa da sua simplicidade.

Mas o segredo, em essência, é este: lembrar que você é digno do amor. E que no tempo certo, vai encontrá-lo novamente.

Design sem nome

O luto na separação ou divórcio

Muitas vezes um dos cônjuges é pego de surpresa diante de um pedido de separação.

Para essas pessoas que não se aperceberam, pode emergir uma sensação de traição: O outro não tentou melhorar a relação antes de sair dela? Nossa relação não valia a pena?

Nestes casos forma-se um luto de alguém que, apesar de existir e “estar fisicamente acessível”, está psicológica ou emocionalmente ausente e indisponível.

A falta de abertura e de diálogo gera muitas fantasias em quem foi pego de surpresa…

A dúvida, em geral, reduz a autoestima do parceiro, gera confusão…

Essa atitude faz com que os dois tenham mais dificuldade de retomar suas vidas, recomeçar com energia, definir novos propósitos…

Sair de uma relação sem conversar…  é muito ruim para ambos, mas, às vezes, a pessoa que pede a separação ou o divórcio acredita que não consegue ou se nega…

Não vê a possibilidade de pedir ajuda profissional. Um psicoterapeuta individual ou de casal que o/a ajude a se expressar e a se despedir.

Por outro lado, o casal que conversa, se despede, finaliza com respeito sua relação, elabora melhor seu fim, tem mais chance de recomeçar com energia e com a certeza de que leva algo de bom do que vivenciou com aquela pessoa para outros relacionamentos e para a vida. Os filhos, se existirem, também são beneficiados com uma relação mais harmônica que reconhece sua finitude e que recomeça com respeito e dando lugar a tudo o que foi e o que é.

Os filhos aprendem que conversar de forma respeitosa é a melhor forma de encontrarmos uma solução, mesmo que a solução não seja a continuidade da relação.

Quando a conversa a dois não consegue ser respeitosa e harmônica, pode-se buscar um psicoterapeuta de casais que atuará como um mediador, um equilibrador neutro das forças para evitar agressões e ajudar o ex-casal a buscar um bom acordo para a família, em termos emocionais e de cuidados para os cônjuges e para os filhos e, financeiros.
O que acontece se meu cônjuge não concorda em conversar? Essa, em geral, é uma situação de muita dor. Sua elaboração talvez seja um pouco mais difícil. 
Aproxime-se de amigos!

Busque ajuda de um psicoterapeuta, onde você encontra o sigilo e a neutralidade durante suas ponderações e elaborações.

Acolha sua dor! Cuide-se!

Ana Paula Nadalin, psicóloga clínica. Atendo adultos, casais e famílias online e presencialmente em São Paulo/SP.Você me encontra no Instagram: @ana_nadalin

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Uniões estáveis crescem 14% no Brasil, mas divórcios batem recorde em 2021

Dados do Colégio Notarial do Brasil apontam 37 mil separações de janeiro a junho deste ano, um aumento de 24% em relação ao primeiro semestre de  2020.

As uniões estáveis cresceram 14% no Brasil, de janeiro a agosto deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. A busca pela formalização está ligada à garantia de benefícios e direitos em um ambiente de pandemia e milhares de famílias afetadas pela Covid-19. O diretor do Colégio Notarial do Brasil, Andrey Guimarães Duarte, lembra que a união estável é um dos principais instrumentos de comprovação ao direito à pensão do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). “Planos de saúde exigem a prova da união estável por escritura pública para você poder indicar a pessoa como sua dependente. O INSS exige também para que a pessoa possa receber aposentadoria ou outros proventos, também pensionistas, situações às vezes relacionadas com a morte”, explica Duarte.

Se as uniões estáveis crescem no Brasil, paralelamente os divórcios também avançam. O país registrou um novo recorde no primeiro semestre de 2021. De acordo com o Colégio Notarial do Brasil, de janeiro a junho de 2021, foram 37 mil divórcios, um aumento de 24% em relação ao primeiro semestre do ano passado. Um mercado em ascensão, que levou os empresários Calila Matos e Luís Carlos Tardelli a focarem o atendimento a esse público em uma plataforma digital, o “Idivorciei”, que reúne 50 especialistas voltados para saúde emocional, assessoria financeira, soluções jurídicas, bem-estar, carreira profissional e lazer.

“Nós estamos falando da maior geração de filhos de divorciados da história. Se não cuidarmos disso, teremos uma geração extremamente traumatizada por conta do término do casamento dos pais. Então, o nosso objetivo é cuidar dessas pessoas com esses profissionais. A gente consegue fazer um ciclo de oportunidades para acolher essas pessoas, esse é o nosso objetivo”, afirma. Segundo o IBGE, os divórcios cresceram 75% nos últimos cinco anos no Brasil. Em 2020, ano de início da pandemia, no mês de julho, foram 7.400 divórcios, um salto de 260% em relação à média de meses anteriores.

Assista a participação da Idivorciei na Jovem Pan News

Por: Jovem Pan News

Dinheiro_energia

Três coisas que drenam sua energia e seu dinheiro

Talvez você não esteja atento aos vampiros que enxergamos como hábitos comuns, porém nocivos à nossa energia e ao nosso dinheiro. 

Algumas vezes você parou e se deu conta que acabou o dinheiro e  você nem sentiu? Sentiu-se exausta e não sabe por que? Promete que vai sair das dívidas e não conseguiu? Pois é! 

São hábitos invisíveis até que você tenha consciência que é exatamente isto que está acontecendo com você e que agora pelo fato de mostrar luz no que era escuridão, possa a fazer novas mudanças e instalarem novos hábitos. 

Existem mais que esses três na vida da pessoa. Eu quis abordar estes por serem corriqueiros na vida da mãe que se divorcia e que toma as rédeas da casa sozinha que são: 

1- Fazer tudo sozinha. A mãe acredita que pode dar conta em fazer tudo sozinha. A sociedade, parte dela, acredita no poder da mãe – maravilha.  É o tipo de mãe guerreira que pensa que o melhor só é ela quem faz.  Isto é uma atitude de auto cobrança que muitas vezes não é questionada e a mãe vai abraçando tudo e quando ela percebe lá na frente, é uma mãe cansada, estressada, sobrecarregada porque não soube delegar. 

Sua energia está baixa e provavelmente sua vida financeira  também porque ela não está sendo prática. Delegar certos afazeres e  pagar por eles, traz mais benefícios aos custos. Não se sobrecarregue numa faxina se você pode pagar uma vez na semana. Este tempo, pode ser para você e para seus filhos. Por exemplo. 

2- Tentar agradar a todos sem dar limites. Este é um problema que traz  prejuízos em nossa vida. Não saber dizer não, querer compensar sua ausência em casa com presentes, ser boazinha para não ser julgada.  Não vou listar mais, mas foram os principais que vivenciei e que não foram nada produtivo ou próspero financeiramente e emocionalmente.  Amar é doar, presentear é uma das formas de amor, mas não é fundamental. Ser aceita menos ainda. Quem te ama, ama pelo o que você é e não pelo o que você aparenta ou agrada.

3- Reclamar sem agir. Todas as reclamações são péssimas. Nada contribui. Então ao olhar minha vida assim que saí para morar com  meus filhos, vi que reclamar da situação inclusive financeira não estava agregando. O jeito foi levantar a cabeça e buscar solucionar tudo aquilo que eu enxergava de problema. Está endividada? Procure estudar. O fato de quitar todas as dívidas não vai fazer você ser uma expert nas finanças. Está passando aperto financeiro? Faça uma renda extra. Eu nunca vi alguém se arrepender por ter mais de uma fonte de renda. E foi assim que mudei certos hábitos e melhorei minha energia e  minhas finanças. 

E você, se identificou com algum hábito vampiro? 

Karla Macêdo

Educadora Financeira

Acompanhe pelo Instagram: @karla.rpmacedo

A mulher e suas múltiplas versões: Como organizar cada uma delas pós divórcio?

Nem só de organização da casa vive uma mulher, não é mesmo? A organização faz parte de um estilo de vida que você pode escolher viver, ainda mais depois de uma mudança tão grande na vida quanto um divórcio. 

Já parou para pensar quantas versões suas existem? Vamos falar de algumas delas aqui, e desenhar uma forma de viver em equilíbrio com cada uma delas. 

A primeira, e na minha opinião, a mais importante de todas é a sua versão MULHER! Parece óbvio, mas não é. Provavelmente, durante seu processo de divórcio foi o papel que mais sofreu; foi sendo esquecido, negligenciado e passou a somente existir, nada mais. Entenda que antes de qualquer outro papel que você exerça, você nunca deixará de ser mulher. Cuidar, acolher, respeitar e amar essa mulher é tudo o que ela precisa neste momento. 

O que você tem feito por você hoje?

Tem se cuidado como merece? 

Como pode melhorar à atenção à esta sua versão? 

Dica: Defina atividades e dias para cuidar de você. Vá a um spa, se puder, ou faça um em casa mesmo; cuide do seu cabelo, pele, unha; coloque a leitura em dia, ou aquela série ou filme que tanto quer ver, abra uma garrafa de vinho e faça um brinde à você. Você merece!

Muitas vezes após o divórcio, há um abalo financeiro, neste caso seu lado PROFISSIONAL pode exigir atenção. Reconquistar ou construir sua liberdade financeira exige planejamento e clareza dos próximos passos a seguir. Independente do lado financeiro, o trabalho, na maioria das vezes está diretamente ligado ao senso de realização; ao contribuir, ao se sentir útil e à compartilhar com outros seu conhecimento. 

Você tem um trabalho que hoje te realiza? 

Se não, qual seria esse trabalho? 

O que você precisa fazer para começar? 

Dica: O reconhecimento financeiro é consequência do quanto você contribui para outras pessoas e o quanto se sente realizada ao fazê-lo. Se hoje, você não faz o que gostaria, comece em paralelo com a atividade que exerce hoje, afinal, você tem contas pra pagar, mas também tem sonhos pra realizar. Dê pequenos passos, e quando perceber estará vivendo seus sonhos. 

Sua outra versão, também importante é a de MÃE, o que normalmente no pós divórcio é onde a maioria mais direciona suas forças e atenção. Sem dúvida, é necessário, a criança precisa ser acolhida, afinal a vida dela também sofreu uma mudança. Mas encontrar o equilíbrio entre a mãe e a mulher é fundamental para o bem de ambos. Não há como ser a melhor mãe sendo a mulher esquecida e frustrada. Quem estiver à sua volta, só será verdadeiramente feliz, se você estiver feliz. Se o pai não faz o papel dele, você não tem como fazer o papel dos dois e, sim, só os seus 50% bem feitos. 

Talvez seus filhos ainda sejam pequenos, e você ainda, talvez, não pense nisso, mas eles vão crescer, vão embora e viver suas próprias vidas. Óbvio, né? Mas te digo, por experiência, que não pensamos nisso até que chegue a hora. Por essas, e inúmeras outras razões, você tem que resgatar e reconstruir a mulher que existe aí, é com ela que você vai viver até o último dia da sua vida. 

Você tem dedicado mais tempo ao seu papel de mãe do que aos outros?

Com quem você pode contar para te ajudar nessa tarefa? 

Dica: Planeje tempo de qualidade com os filhos, façam juntos atividades que conectem todos os integrantes, seja uma ida ao cinema ou um cinema em casa, estejam juntos longe do celular. Curtam a companhia um do outro. Durante a infância são construídas as principais memórias, então pense em como pode proporcionar isso aos seus filhos. Quando as crianças estiverem como pai, use este tempo livre pra cuidar de você. Caso você não tenha essa troca quinzenal, pela ajuda aos avós, tios ou amigos para um tempo pra você. Você precisa!

Sua casa, que talvez seja nova ou seja a mesma, agora precisa ter a sua cara e seu ritmo. A sua versão DONA DE CASA precisa de um ajuste para reconstruir o lar. Talvez sejam necessários ajustes na rotina para a casa possa funcionar com tranquilidade e, você lembrar que o trabalho doméstico não termina nunca, e sempre recomeça no dia seguinte. Então, faça o que é possível, sem se cobrar demais.

Você tem uma rotina doméstica definida? 

É possível contratar alguém para te ajudar?

Dica: Envolva seus filhos das atividades da casa, além deles amarem (principalmente se forem pequenos), você já vai ensinando os cuidados com suas próprias coisas e a divisão de tarefas para não ficar sobrecarregada. Faça um plano de quando e quem executa cada atividade da casa. Alinhamento com todos os moradores faz as coisas acontecerem de forma mais tranquila, assim cada um sabe seu papel. 

Neste momento, seu papel ESPOSA não está sendo executando, mas não tem problema. Neste intervalo, esta função passará por um análise, atualização e melhoria para a próxima etapa. Nenhum relacionamento termina por culpa ou causa de um ou outro; um casamento é feito por duas pessoas que em algum momento se desviaram do caminho e, se perderam um do outro. Agora é hora de avaliar e reconhecer quando isso aconteceu; de forma alguma o objetivo aqui é buscar culpados ou julgar; e sim, corrigir a rota.

Onde me perdi como esposa? 

Qual o tipo de relacionamento quero viver? 

Onde posso melhorar no meu próximo relacionamento? Dica: Papel e caneta é uma ferramenta incrível para fazer esse tipo de análise. Escreva sem julgamento, coloque seus sentimentos pra fora. Isso traz clareza e, é só assim que se pode reescrever o relacionamento que você gostaria de viver.

Por: Bruna Guarnieri – Personal Organizer

Site: Você Mais Organizada – www.vocemaisorganizada.com.br

Instagram: @guarnieriorganizer

Idivorciei lança Programa Virando a Página para ampliar ajuda a divorciados

Programa vai oferecer gratuitamente serviços de beleza e bem-estar, além de decoração e organização do lar

Devido ao sucesso da Idivorciei, plataforma que reúne soluções e serviços para facilitar a vida daqueles que enfrentam o processo de separação, os empresários Calila Matos e Luís Carlos Tardelli estão lançando o Programa Virando a Página, a primeira websérie destinada exclusivamente a divorciados ou separados, que estará disponível no Youtube.

O objetivo é ampliar ainda mais o escopo de atendimento a esse público, que já conta com o apoio, nas plataformas digitais da Idivorciei, de mais de cinquenta especialistas nas áreas de saúde emocional, assessoria financeira, soluções jurídicas, bem estar, carreira profissional, entre outras. 

Programa Virando a Página vai oferecer ao público “divor” (divorciada/o) serviços de beleza e bem-estar, além de projetos de decoração e organização de ambientes; tudo gratuitamente, graças à parcerias com patrocinadores e apoiadores. Para quem quer participar e ter acesso aos benefícios, basta acessar o site: Programa Virando a Página – idivorcieie clicar em “Quero recomeçar”, que automaticamente abrirá o cadastro via Whatsapp. Depois, é só contar como foi – ou está sendo – o processo de separação/divórcio, por meio dessa inscrição. 

As pessoas serão selecionadas após análise das histórias recebidas. Os escolhidos para fazer parte do Programa terão então, à disposição, vários “afagos”. Um carro com motorista vai levá-los à clínicas e salões de beleza, onde passarão por transformações no visual; além de consultas com especialistas em saúde e bem-estar. Mas não é só. A transformação ocorrerá também no lar. Uma equipe formada por decoradores e personal organizers vai repaginar um ambiente da casa escolhido pelo participante para que ele se sinta, realmente, virando uma página de sua vida.

“Nossa proposta é dar todo o apoio possível, por dentro e por fora,  àqueles que estão enfrentando situações difíceis na vida pessoal em razão da separação. Para isso, contamos com uma rede de parceiros “do bem”. Desde o final de 2020, por meio da Idivorciei, disponibilizamos conteúdo qualificado nas áreas de saúde emocional, jurídica, viagens, assessoria financeira, entre outras, para nortear esse momento. Decidimos agora ir além, conscientizar as pessoas sobre términos e recomeços saudáveis, a fim de proporcionar também momentos de satisfação pessoal e aconchego no lar, com o Programa Virando a Página. Queremos levantar a autoestima dessas pessoas, tão necessária nessa fase difícil do pós-divórcio”, conta Calila Matos, fundadora da Idivorciei, que é divorciada, mãe solo, empreendedora social e escritora.

Os números comprovam o aumento recorde de casos de divórcio no Brasil durante a pandemia. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de divórcios no país cresceu 75% em cinco anos, mas em meados de 2020 saltou para 7,4 mil apenas no mês de julho, um aumento de 260% em relação à média de meses anteriores.

Inscrições:

Programa Virando a Página – idivorciei

Youtube: idivorciei 

Instagram: @idivorciei

Facebook: idivorciei

Acesse o primeiro episódio: 

Por: Ex Libris – Uma agência full service que atua de forma integrada em todas as áreas da comunicaçãos.com.br

O que é “pensão alimentícia”?

Em termos simples, podemos definir “pensão alimentícia” como uma prestação, de cunho econômico, concedida com o objetivo de suprir as necessidades básicas de sobrevivência e manutenção da pessoa.

De acordo com o Código Civil Brasileiro, a pensão alimentícia pode ser fixada entre quaisquer parentes:

Art. 1.694. Podem os parentes, os cônjuges ou companheiros pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de modo compatível com a sua condição social, inclusive para atender às necessidades de sua educação.

A principal regra é a de que a pensão alimentícia será fixada na proporção das necessidades de quem os pleiteia e dos recursos da pessoa obrigada – é o chamado binômio necessidade/possibilidade. 

Em caso de emprego formal, o valor incidirá sobre o salário líquido de quem paga, inclusive, do 13º e 1/3 de férias.

Em caso de atraso, o pai será intimado para comprovar o pagamento em 3 dias, ou, para justificar o atraso.

Em caso de não pagamento e prisão, ainda assim a dívida persiste, inclusive, pode ser realizado bloqueio de contas bancárias, na tentativa de obter o valor.

A Lei promulgada que definia que as prisões civis serão domiciliares, já expirou, contudo, o STJ continua mantendo o mesmo pensamento.

A prisão pode durar de 01 a 03 meses

Por Dr. Genilson Roque – OAB – SP: 275474

Acompanhe pelo Instagram: @roqueamorimadvocacia

Comunicando a minha separação

A relação amorosa entre duas pessoas não envolve somente elas, mas também as famílias de ambos, os amigos e colegas. Existe todo um sistema de relacionamentos que circundam as uniões e casamentos. Sendo assim, quando a relação chega ao fim, muitas vezes os envolvidos sentem dificuldades em comunicar a situação, mesmo aos mais próximos. Isso ocorre muitas vezes por medo de ser julgada/o, por receio de ouvir comentários que desencorajem a decisão (que algumas vezes demorou anos para ser tomada) ou porque não se quer magoar outras pessoas.

Ocorre de um dos integrantes da relação ser “adotado” como filho pelos sogros, muitas vezes a convivência é intensa e frequente, algumas vezes dentro da mesma casa. 

Uma separação é sempre difícil e em regra gera muito sofrimento, assim, é importante buscar apoio em pessoas de confiança, mas é ainda mais importante buscar pessoas que não julguem ou queiram interferir no processo, ofertando o apoio necessário.

Embora difícil, é importante também buscar compreender que os seus pais ou sogros podem sofrer bastante neste processo, e buscar um diálogo franco e compreensivo, sem cobranças, é primordial.

O fato dos familiares sofrerem com a sua separação, não quer dizer que eles não te apoiam ou à sua decisão, não quer dizer que gostam mais do outro do que de você, mas que eles também sofrem um luto diante das diversas perdas, do seu sofrimento e até do distanciamento que terá da outra pessoa.

Buscar ajuda quando se passa por um processo de separação é necessário para conseguir enxergar além das nuvens do sofrimento e das perdas, gerando uma reconexão consigo mesma/o, com a sua história, com a sua vida.

Tayora Dantas (@taydantaspsi)

Psicóloga CRP 19/1073

Mestre em Psicologia Aplicada

Especialista em Psicologia Conjugal e Familiar

As mudanças históricas do ato sexual

Falamos de sexualidade no último texto, mas vamos aprofundar em um quesito histórico que mudou os rumos daquilo que entendemos como sexo. Sim, o ato em si. E essa mudança histórica foi o advento de métodos contraceptivos, cada vez mais acessíveis, disponíveis e respaldados. 

Com o surgimento, consolidação e uso difundido desses métodos, o sexo passa a ter duas vertentes bastante distintas: sexo com intuito de procriação (que remonta ao início dos tempos) e o sexo com objeto única e exclusivamente de prazer (evitando e impedindo a concepção). Sendo que é claro que um casal que visa engravidar pode ter prazer com isso. 

Mas aí está: sexo como forma de prazer, relações baseadas no desejo sexual – relações efêmeras ou duradouras; inéditas ou repetidas; intensas ou superficiais. As opções são maiores e cada vez mais escancaram aquilo que promove ou não nosso desejo. 

Diante dessa conjuntura, que aos olhos dos mais conservadores pode soar como “hedônica”, temos de falar sobre sexualidade, sobre aquilo que nos excita: relações hetero, homossexuais; quais cenas encenamos; quais fantasias envolvidas; quais limites; quais sensações… uma miríade de vivências. 

Como já exposto, não temos muitos ambientes para tais diálogos, mas as opções são crescentes. E, como já expresso, devemos nos conhecer. Como casar ou se envolver com alguém se não sabemos o que desejamos? Desejos de futuro e, também essencial, desejos na cama. 

Por Gustavo Villa Real, médico (CRM 209727/SP), psicanalista e colaborador do Idivorciei. 

Instagram: @dr.gustavo.villa.real

O DIVÓRCIO CONSENSUAL TEM NATUREZA DE CONTRATO

Quando falamos de Divórcio, logo vem o pensamento de que é “problema”. Obviamente, não é nada confortável passar por esta experiência. Mas, ainda que seja desafiador, uma vez que a decisão foi tomada, há uma maneira melhor de organizar esta decisão: o DIVÓRCIO  CONSENSUAL. 

O termo consensual, vem de “consenso”, que significa “acordo”, o contrário disso é “litigio, confusão”. A ideia central é que as partes cheguem a uma “auto composição”. Ou seja, a partir  de suas próprias vontades cheguem a definições em comum, termos que sejam bons para  ambos. 

No divórcio consensual é ganha-ganha, porque na mesma medida que um propõe o outro cede e assim por diante. Porém, como no litigioso é ganha-perde, parece que faz bem ao ego dizer  que “ganhou” no divórcio, enquanto pode ser traumático, para quem “perdeu”. 

Seguindo nessa linha de raciocínio pode-se pensar que o divórcio consensual é para os fracos.  Mas eis a questão: quando é litigioso você dá a um terceiro, o juiz, o poder de decidir sobre  determinado elemento da sua vida. Onde está a fraqueza, senão no afastamento do seu poder de decisão? 

É claro que na busca pelo direito, em inúmeros casos, temos o hipossuficiente (a parte com menos informação) e que em meio a pressão e ameaças pode entrar em acordos mal sucedidos.  Ou o que é ainda mais comum, no direito das famílias, tomados pela emoção, tomar decisões sem levar em consideração a razão, por isso, é importante estar sempre acompanhado de um profissional, para trazer a segurança jurídica necessária. 

No divórcio consensual o procedimento é bem simples, o advogado redigirá o termo de divórcio,  em que as partes assinam os termos combinados e leva ao protocolo judicial ou se extrajudicial,  agendará no cartório um horário, e no dia marcado as partes acompanhadas do advogado irão formalizar o divórcio. Na mesma hora as partes serão declaradas divorciadas, ou seja, entrarão no cartório casadas e sairão divorciadas. 

Enquanto, pela via judicial, o processo digital levará alguns dias para ser analisado pelo  Ministério Público (se envolver menor, ou incapaz) e homologado pelo Juiz. Que leva em consideração se tudo está em conformidade com a lei e atende as necessidades das partes envolvidas (divorciados e filhos). 

Uma vez homologado o divórcio consensual, a sentença de homologação serve como título executivo, ou seja, se não for cumprido pode ser executado, cobrado, exigido. 

Assim como num contrato as partes estabelecem suas vontades por meio de cláusulas que geram  direitos e obrigações recíprocos, na minuta de divórcio as partes estabelecem parâmetros para  convivência, obrigação de prestar alimentos, a prioridade do bem estar aos menores envolvidos,  partilha dos bens, etc. 

Caso, qualquer um dos termos colocados em termo de acordo, não seja cumprido, tanto em direito como em obrigação, o mesmo poderá ser executado, trazendo a juízo o que descumprir o acordo. 

Sendo assim, não há prejuízos na auto composição das partes, já que acelera a resolução do conflito e caso haja falta, tem o mesmo procedimento de executividade que haveria no divórcio litigioso. Além do mais, se trata de uma relação contínua, principalmente quando há filhos, por isso, todo esforço para evitar maiores desgastes é bem-vindo!

Por: Fernanda Baptista – Advogada

Instagram: fernandabaptistaadvogada