A separação como um luto!

A separação ocorre como um processo de luto. E como tal, atravessa cinco fases: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação. Essas fases nem sempre são sequenciais e progressivas, de modo que quando você acha que já está na fase da aceitação, pode ressurgir um sentimento de raiva ou de depressão, e isso não é um sinal de fraqueza, mas sim que essa ferida ainda precisa de mais tempo para cicatrizar.

Vamos conhecer um pouco mais dessas fases:

1 – Negação – é muito comum que o primeiro impacto da notícia da separação gere um sentimento de negação, a pessoa “finge” que nada está acontecendo como uma forma de defesa contra a ameaça da dor;

2 – Raiva – nesta fase a pessoa começa a se dar conta do que está acontecendo e isso pode gerar o sentimento de raiva, de si ou do outro, de revolta contra o rumo que a relação tomou, do que ouviu ou falou, ou até deixou de ouvir ou falar; 

3 – Negociação – nesta fase a pessoa pode entrar em negociação com o par no intuito de retomar a relação, quando tende a só ver as coisas boas do relacionamento, ou então pode entrar em negociação consigo mesma e buscar os motivos para justificar a separação;

4 – Depressão – aqui o sofrimento pode se instalar, a pessoa se dá conta de que de fato a relação chegou ao fim, isso pode trazer um sentimento de tristeza e desânimo. Buscar pessoas que possam apoiar ou um profissional para elaborar essas questões é fundamental;

5 – Aceitação – Essa é a última fase do luto, o divórcio passa a fazer parte da vida, o que não significa que os outros sofrimentos não estejam mais presentes, mas passam a ser compreendidos como parte do processo. Quando ocorre a aceitação, a pessoa passa a se abrir às novas possibilidades e pode se permitir redescobrir a si e ao que lhe rodeia.

De qualquer modo, a separação é um processo que gera um turbilhão de sentimentos, sendo fundamental que as pessoas busquem o apoio que pode ser de amigos, familiares ou de um profissional qualificado. Muito mais do que um fim, uma separação pode marcar o começo de uma nova e mais feliz vida!

Com carinho,

Tayora Dantas

Psicóloga CRP 19/1073

Gestão de separação e divórcio

Atendimento Online.

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Corpo e mente são um só. Mas a mente ajuda ou atrapalha o coração?

As duas coisas. E quanto mais cedo você entender isso, mais rápido vai conseguir melhorar a sua vida.


As emoções ruins costumam nos deixar sem disposição, sem “forças para continuar”. Mas como ter “força” se tanto a mente quanto o corpo estão sofrendo?


Frustração, depressão e ansiedade podem causar sintomas físicos como dor no peito, indisposição, parestesias (aqueles “formigamentos” e “dormências”), falta de ar e até contrações ou espasmos musculares.


As sensações físicas causadas pela mente geralmente não tem uma causa física identificável, é o corpo sofrendo por uma doença que só existe na sua cabeça. Os sintomas são reais, a doença física não.


Mas como controlar a mente e se livrar dos sintomas físicos? 
Existem várias maneiras de controlar esses sintomas, e a maioria delas é fácil e barata como através de meditação, atividade física e terapias manuais. Atividades que foquem a sua mente em algo que não seja você mesmo e seus sentimentos.


Quando meditamos a respiração e o coração ficam mais lentos, a pressão arterial abaixa e o corpo entra em estado de repouso. Diminuindo os desconfortos físicos da ansiedade, por exemplo. Os exercícios, além de todos os benefícios cardiovasculares, fortalecem o corpo, fazem você se acostumar ao desconforto, melhoram a qualidade do sono e ainda produzem hormônios que induzem a sensação de bem estar. São os mesmos hormônios, as endorfinas, que nos deixam felizes quando comemos um chocolate.


Outro sistema intimamente relacionado às emoções é o imunológico. A imunidade pode piorar em momentos de estresse e ansiedade intensos, principalmente quando crônicos, ou melhorar com uma saúde mental adequada, com uma vida feliz.


As emoções podem tanto melhorar quanto piorar sua vida e sua saúde. Não é uma relação direta, nem simples, mas com um pouco de esforço podemos nos conhecer melhor e cuidar tanto do corpo quanto da mente para melhorar a qualidade de vida.


Viva, emocione-se, chore, ria, não se esconda das emoções e esteja sempre consciente de que elas não podem ser controladas, mas você pode controlar a forma como reage a elas. 

Cuide do corpo e da mente.
Seu coração agradece.

Por: Leandro Franco

Cardiologista CRM 129128

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A convivência é sem dúvida um desafio para todos nós

Textos introdutórios costumam ser pouco objetivos e muito pretenciosos. Tentarei ser breve e reforçar o convite para que possamos refletir juntos sobre relacionamentos e, é claro, divórcios. 

A convivência é sem dúvida desafio para todos nós: saber ser assertivo, dizer não na hora certa, ser grato e compreensivo. Tantas habilidades que teremos de desenvolver nesse mundo em que vivemos. Por isso olhar para si e para nossos hábitos e até vícios é fundamental. 

Falando de divórcios, é um momento delicado. Mas de grande potencial para mudança e evolução. Para entender esse estágio, temos de entender a criação e o surgimento de uma relação, que acontece em uma sociedade com suas características e nuances. 

Como você está se amando? Como você tem amado os outros? Como você usa seu tempo? Você tem cuidado de você e de suas relações? 

A subjetividade é imensa e profunda – precisamos cuidar das nossas. Como médico, estou à disposição e como escritor para o blog, estou aqui para que nós possamos caminhar no incerto e chegar a boas conclusões. 

Por Gustavo Villa Real, médico (CRM 209727/SP), psicanalista e colaborador do Idivorciei. 

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