Signo de Áries e o Divórcio

Este signo é conhecido por ter pressa… muita pressa. São pessoas intensas (sendo sol, lua ou Ascendente em Áries), que buscam excitação em sua via, ou seja, rotina não é para elas! E rotina é algo que a maioria dos casamentos acaba tendo em algum momento e, para quem tem Áries forte no mapa natal, viver em rotina é extremamente desanimador. Desgasta muito rapidamente a relação.

Se você vive com alguém de Áries e quer muito que esse relacionamento perdure, se esforce para manter novidades na semana de vocês. É logico que não precisar ser TODO dia, mas sempre buscar jantar fora, marcar encontro com amigos, viajar… Áries precisa muito de momentos de excitação, de novidade, de movimento.

E você que é de Áries (mais uma vez: seja sol, lua ou Ascendente), procure incentivar seu parceiro(a) a fazer coisas diferentes durante a semana, não deixe passar a oportunidade de visitar um lugar novo ou um restaurante que foi bem recomendado. Faça a sua parte e mostre o quanto você deseja que essa relação seja “infinita”, se esperar que o outro adivinhe o que você quer, vocês dois vão acabar se sentindo muito frustrados.

Por outro lado, quando este signo vivencia a separação há uma fase muito importante que a pressa de Áries não pode pular: a fase do luto. Toda relação que acaba precisa ser velada, precisamos sentir a dor, entender o momento, qual foi a “culpa” de cada um neste fim tão triste.

Áries, por ser um signo de fogo, de iniciativa e de (certa) urgência, acaba procurando em novos relacionamentos a saída para não se sentir mais triste e isso é um erro que pode prejudicar todos os relacionamentos nos anos a seguir. É preciso paciência e permitir que as dores se manifestem para que elas saiam do nosso interior para nunca mais incomodar. Se o ariano não aproveita esse “luto”, as mesmas situações que fizeram o casamento terminar, irão afetar da mesma maneira tudo que virá depois dele.

Portanto, a dica é: não se jogue na primeira pessoa que mostrar interesse por você a fim de esquecer os sentimentos ruins. Eles vão passar, pode ter certeza.

Por: Nando Rahner – Astrólogo

Instagram: @nandorahner_astrologo

Site: http://nandoastrologia.com.br

Calcinhas

Gata garota!

Nem bege, nem do modelo da vovó que segura a barriga, nem a confortável de algodão que é tão querida que parece um coador de café de tanto que você a usa.

A partir da agora você vai trocar todas, eu disse TODAS as calcinhas da sua “gaveteria”, inclusive aquela super sexy de rendinha que você usou na sua lua de mel, justamente porque ela te faz lembrar do ex. 

Desapega, mulher! Sem medo de ser feliz e eu só não recomendo que você troque seu guarda roupas inteirinho porque sei que a situação financeira, não está fácil para ninguém.

Caso você esteja no vermelho no banco, inicie comprando cinco calcinhas novas. No próximo mês você compra mais cinco. Contudo, se você tiver uma graninha extra, compre logo umas 20 e se estiver no Rio de Janeiro, me chame porque eu também estou precisando dar uma voltinha! Prometo ir devidamente mascarada e com o meu spray de álcool a tira colo. 

Super beijos, 

Marianna Kiss

Instagram: Marianna Kiss do Sexsência (@mariannakissoficial) • Fotos e vídeos do Instagram


Site: Sexsência | Educação Sexual (sexsencia.com.br)

Finalizando ciclos após o divórcio

A superação do fim de um casamento não é algo fácil de se alcançar, leva tempo, às vezes, um longo tempo. O fato é que o luto precisa e deve ser vivido. E o primeiro ano após a separação é o mais difícil.

Aos poucos tudo vai normalizando e se encaixando, assim como também a dor encontra seu lugar. O fato é que, de repente, a hora de nos relacionarmos surge novamente. Oportunidades aparecem mais facilmente, até porque, nosso instinto pelo pertencer ao outro, está mais evidente.

Até que tudo se reinicia. A euforia da paixão nos motiva, como uma adrenalina, e amor retorna à nossas vidas. Tudo é novo, tudo surpreende, e as comparações são inevitáveis. Em alguns casos, o namoro se estende a um “morar junto”, e até as escovas de dentes encontram seu par.

Contudo, após um divórcio, a mulher se torna muito mais exigente, seja porque houve algum tipo de abuso e ou toxidade em seu casamento, ou
ao contrário, o ex foi a melhor pessoa que passou por seu caminho.


Fato é que a mulher se torna corajosa para não aceitar menos do que sabe que merece. O convívio não é simples, assim com em um casamento, há diferenças de crenças, criação, costumes e manias entre os parceiros. Normal!

Acontece que aquele parceiro não é o pai de seus filhos, não houve um compromisso perante outras pessoas e, talvez, o que resta – além de bens
que possam ter sido adquiridos em comum -, são medos, receios e o pensamento de ter que recomeçar mais uma vez. E como conseguir encerrar mais um ciclo sem tanto sofrimento.

Mais uma tarefa de cura, libertação, talvez até mesmo, sofrimentos e mágoas que não gostaríamos deixar no outro. Mas ciclos precisam ser encerrados! Não se pode conviver com algo que não nos faça mais feliz, principalmente se não há laços eternos que os prendem. O objetivo desse artigo é facilitar encerramentos de ciclos, pois, por mais dolorosos que sejam, são necessários.

Primeiro ponto a ser levado em consideração, é a honestidade consigo mesma. Não há relacionamento que sobreviva quando há dúvidas quanto
aos sentimentos. Sem contar, que o outro, não merece dualidade, aliás, nenhum de nós, merece.

Segundo passo é analisar e avaliar o que nos impede de romper, ou seja, qual o motivo real que nos “prende” àquela pessoa. E por fim, se perguntar: o quê eu perco e/ou ganho permanecendo na relação? E ainda: o quê eu perco e ganho colocando um fim, um ponto final?

Encontrando as respostas e analisando os pontos acima, podemos ter mais direcionamento ao tomar qualquer atitude. O que não podemos é deixar caminhar como se estivesse tudo bem, se na verdade, não está.

Finalizar ciclos é muito mais complexo que este artigo, mas a autora aqui, deseja lucidez e direcionamento para uma melhor decisão.

Com amor,

Renata Lêmos

OAB/ES 24437

Advogada da Mulher

Acompanhe pelo Instagram: https://www.instagram.com/renatalemos.adv

A difícil escolha do padrasto ideal para nossos filhos e a conquista de uma boa convivência

Ser um bom padrasto não é uma tarefa fácil, assim como também não é fácil encontrar alguém que esteja disposto a se relacionar com outro alguém que já tenha filhos.

Esta aí um grande dilema: a busca pela boa convivência entre o padrasto e seus enteados. O relacionamento entre pessoas deve vir para somar, não para separá-las ou para impor ideias conflituosas.

Casos de agressões, estupro e homicídio são cada vez mais noticiados no mundo todo, surgindo um crescente medo em decidir por inserir alguém novo na vida dos filhos.

Além disso, atualmente, lidamos com a necessidade em aprender novas formas de nos conectarmos com a sociedade.

A pandemia fez com que o número de usuários de sites de relacionamentos aumentasse consideravelmente, e com isso, pessoas estão se relacionando com outras pessoas sem saber se o que está sendo mostrado do outro lado é real ou virtual.

Diante disso, mulheres estão investigando as fichas criminais de homens antes de começar relacionamentos, pois muitas das vezes, a mulher, principalmente, se encanta com a beleza física, com as palavras doces e perde a racionalidade para avaliar a situação em que está envolvida.

É claro que o risco nunca será nulo, por isso, toda cautela é fundamental para não colocar os filhos e a si própria em perigo.

É importante que a honestidade prevaleça, ou seja, jamais omitir o fato de ter filhos para o parceiro. Consequentemente, observar as falas, comportamentos e pensamentos do pretendente, e ir com muita calma, analisando o perfil do amado. Nada de deixar, logo no início, os filhos sozinhos com o pretendente, por exemplo.

Em contrapartida, ir preparando a cabecinha dos filhos para o recomeço da vida amorosa da mãe, que, antes de ser mãe, é uma mulher com sonhos, anseios e desejos, porém, deixar visível que a prioridade sempre serão eles.

Os ciúmes irão surgir de ambas as partes, mas sabendo conciliar o tempo de qualidade com cada um, a boa convivência poderá surgir.

Fundamental saber colocar cada um no seu lugar também é válido, apesar de não ser tão fácil. Geralmente os filhos estão carentes devido a uma separação recente, e o parceiro carente de uma atenção natural do início de qualquer relacionamento.

Contudo, nada que uma boa conversa com maturidade e respeito não evolua para um bom convívio. Afinal, o amor, entre tantas exigências, também é se disponibilizar de paciência com o tempo e a história de cada um.

Apesar de haver inúmeras hipóteses de dificuldades em um recomeço, a transparência deve ser primordial para não deixar dúvidas quanto ao afeto existente entre os envolvidos.

Estar aberto ao diálogo, saber definir horários de convivência com o filho e com o parceiro, inserir atividades onde todos possam participar, facilitam a interação, além de aprimorar as informações entre eles, lembrando sempre, que o tempo de cada pessoa deve e precisa ser respeitado.

Pela natureza, a mulher vem primeiro do que a mãe, mas ao se tornar mãe, torna-se também, eternamente, responsável por cada vida gerada.

Feliz Recomeço!

Por, 

Renata Lemos

OAB/ES 24437

Advogada da Mulher

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