Você sabia que existem diferenças entre os termos Separação e o Divórcio?

É muito comum ouvirmos quando um casamento acaba, que o casal se separou. A expressão não está errada mas é fundamental esclarecermos as diferenças.
Nos tempos de nossos avós,  não havia Legislação prevendo a dissolução de um casamento,  ao contrário! A sociedade era muito mais patriarcal que hoje e algumas influências de princípios religiosos, buscavam garantir cada vez mais o vínculo matrimonial. 
É claro que na prática as relações acabavam, porém,  se o (a) ex quisesse viver com outra pessoa, essa união não tinha amparo no Direito de Família. 
Após 1977 é que o divórcio foi instituído oficialmente no Brasil. Antes disso, o casamento só poderia findar  ou por anulação ou via desquite (Separação nos dia atuais).
Ainda no ano 1977 o desquite foi submetido pelo vocábulo “separação”, admitindo, igualmente,  as modalidades consensual (amigável) e contencioso (litigiosa). 
Antes do advento da Emenda Constitucional 66 de 2010, era necessário  que o casal estivesse separado,  de fato, por dois anos, ou havia a necessidade de separação judicial prévia superior a um ano para ocorrer o divórcio. 
Hoje, o casal não precisa mais desses requisitos para se divorciar. Mas afinal, qual a diferença entre Divórcio e Separação? 
Basicamente,  a diferença é que na separação o vínculo matrimonial não acaba, ou seja,  os separados não podem contrair outro casamento,  porém, não há deveres matrimoniais como coabitação, fidelidade recíproca e regime de bens.Enquanto no Divórcio   é a forma jurídica de extinguir totalmente o casamento. 
E independente de qual seja a forma de dissolução do casamento, a constituição do advogado é indispensável.

Por, 

Renata Lemos

OAB/ES 24437

Advogada da Mulher

Acompanhe Renata Lemos pelo Instagram: https://www.instagram.com/renatalemos.adv

Convivência com os filhos após o divórcio – A importância da comunicação entre os pais

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (1990), o direito à liberdade  compreende, dentre outras coisas, à convivência familiar e comunitária, sem discriminação.  Mas não é preciso uma lei para dizer o óbvio, a criança tem o direito nato de convivência com  a sua família, nuclear (pai, mãe e irmãos) e alargada (tios, primos, avós…).  

E não só o direito, mas principalmente o desejo. Em regra, os filhos desejam os seus  pais juntos e em quase todos os casos os filhos amam pai e mãe mesmo com seus defeitos e  dificuldades, irrestritamente. Quando há um rompimento da relação entre os pais, é possível  que os filhos se sintam perdidos e até culpados, sintam-se impelidos a escolher entre um ou  outro, especialmente àquele com quem mantém maior convivência ou àquele que demonstra  maior sofrimento. 

É possível que os filhos sintam a necessidade de “tomar partido” de um dos pais, mas  não é saudável. É preciso compreender que a dissolução da relação amorosa não dissolve os  vínculos de mãe e pai, nem muito menos os de avós, tios e primos. E precisamos compreender  ainda que a família é a nossa estrutura, ainda que não seja ideal e que a escolha do pai ou mãe  dele foi nossa (e não da criança). 

Quando há uma separação com filhos, além da nossa dor do luto dos sonhos e projetos  em comum, precisamos reconhecer a dor dos filhos e acolhê-la, ou mesmo pedir ajuda para  isso. Deixar de lado as dificuldades do ex-casal para reconhecer que o filho é indissolúvel pode  ser bastante incômodo e doloroso, mas é assim, e sendo assim, vamos tentar fazê-lo da  melhor forma. 

Uma comunicação básica assertiva entre os pais, sobre os filhos, é necessária para a  saúde mental de todos os envolvidos. A comunicação não violenta (CNV) nos aponta um  caminho minimamente seguro. Comunicar o fato (e não a sua interpretação dele), qual o  sentimento que isso gera em você (e não como o outro faz você se sentir) e qual a sua  necessidade (sem para isso superestimar a atitude do outro) é fundamental. Bem como,  escutar o outro de forma a captar o fato, o sentimento e a necessidade dele, limpando a  comunicação de mágoas e provocações é um desafio e uma necessidade. Para a sua saúde  mental, para a saúde mental do seu filho e para uma relação saudável entre vocês.  

Acredite que é possível continuar a ser família após o divórcio!

Tayora Dantas 

Psicóloga CRP 19/1073 

Gestão de Conflitos em Separação e Divórcio.

Acompanhe pelo Instagram: Tayora Dantas (@taydantaspsi) • Fotos e vídeos do Instagram

7 Dicas para mudar o astral da casa pós divórcio

Por Bruna Guarnieri

Personal Organizer

Um divórcio vem repleto de mudanças previsíveis, outras nem tanto. Pensando que te ajudar a encontrar um caminho que possa ser mais leve nesse processo, separei essas 7 dicas para você mudar o astral da sua casa. Não importa se a casa é a mesma de antes, ou outra; o foco aqui é reencontrar sua identidade e nada melhor do que dar seu toque e deixar sua casa nova com a sua cara. 

Ah, e não estou falando em gastar rios de dinheiro, tá? A palavra de ordem é criatividade, e se você puder investir, qualquer valor vale muito. 

Vamos as dicas:

  1. Pinte a casa ou algum ambiente principal para você: coloque cor ou a textura nas paredes. Vai me dizer que nunca sonhou com uma parede colorida? Quando pintamos, renovamos a energia do ambiente dando aquela cara de novo. (ou, pode ser, um papel de parede, por que não?). Se você não pode contratar alguém para fazer isso, faça você mesmo, por que não? Além, de te manter com a cabeça e mão na massa, vai ser terapêutico, acredite. 
  1. Troque sua roupa de cama e toalhas: renovar seu enxoval vai dar aquela sensação de começar de novo. 
  1. Monte um cantinho só para você: pode ser para tomar um cafezinho, para sua leitura ou estudo. Ter um lugar seu para momentos de lazer ou descanso para recuperar a energia. Lembre-se, o foco é você; mesmo que você tenha filhos, se você não estiver bem, eles sentirão isso. 
  1. Tenha objetos na decoração que você goste:  ter neste novo ambiente objetos que te representem te ajudarão no processo de se reconhecer e recuperar sua identidade.  Pense em quadros, esculturas, tecidos e detalhes nas cores e temas que gosta para decorar o ambiente.
  1. Desfaça-se de qualquer objeto que te traga lembranças da sua vida anterior: já que a decisão foi tomada, agora é hora de seguir em frente. Viver o luto sim, mas cultuar a dor não. Sendo assim, devolva, doe ou jogue fora objetivos que lembrem o (a) ex. Bora desapegar, vida nova!
  1. Tenha plantas e flores na decoração: além de deixar o ambiente muito mais colorido e bonito, elas dão vida ao ambiente, e com certeza mudam a “vibe” da casa. Encontre seu tipo favorito e, use sem moderação. Ou até quem sabe, comece sua própria horta com temperos, já pensou nisso? 
  1. Use e abuse de cheiros: tanto no ambiente como nas roupas de cama e toalhas. Você pode comprar os aromatizadores prontos com seu cheiro favorito, ou ainda fazer sua própria mistura com óleos essenciais. Quem não gosta de uma casa cheirosa, não é mesmo? 

Dê pequenos passos todos os dias, só não desista. Afinal, só você vai poder passar pelo processo, por mais apoio que você tenha, é você com você mesmo. 

Quando tudo passar, você vai descobrir que é mais forte do que imagina, que tem habilidades que nunca imaginou ter, e daqui algum tempo, de que existe sim vida após o divórcio. Você merece seu melhor!

E conta pra gente quais dicas colocou em prática, e mostra lá no nosso perfil do Instagram essas mudanças. Vamos adorar saber!

Bruna Guarnieri (@brunaguarnieriorganizer) • Fotos e vídeos do Instagram
Site: Você Mais Organizada – Personal Organizer Bruna Guarnieri (vocemaisorganizada.com.br)

Processos de divórcio explodem em São Paulo e criam oportunidades para empreender no setor

Em todo o estado, foram 53 mil casos só no primeiro semestre de 2020

Os divórcios em São Paulo movimentaram o terceiro maior volume de processos julgados nas varas de primeira instância paulistas em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19. Foram 53 mil casos só no primeiro semestre do ano passado.

Os dados estão no 11º Anuário de Justiça de SP, da editora Consultor Jurídico. Houve grande aumento também no número de divórcios realizados em cartórios: 43,8 mil processos no segundo semestre de 2020, segundo informações do Conselho Notarial do Brasil,  que registrou alta em 22 estados e no Distrito Federal. 

Quase 20% das separações no Brasil já são feitas por meio de cartórios de notas.  Mas enquanto uns continuam chorando, outros se reinventam e fazem do limão uma limonada. O ditado ‘cai como uma luva’ no caso da criação da plataforma iDivorciei, da empresária Calila Matos, que oferece diversos serviços e soluções para quem passa por um processo de separação. “Usei a minha própria experiência no divórcio para criar a startup e dar apoio a todos que precisam superar essa fase difícil. Somos quase 30 especialistas que formam uma rede do bem”, diz Calila.

A startup conta com a orientação de especialistas em dez áreas prioritárias: saúde emocional, assessoria financeira, assessoria jurídica, carreira profissional, cursos, moradia, bem-estar, viagens, compras e relacionamentos.

O Idivorciei também oferece desconto em produtos, por meio de parcerias com empresas como Unilever, Wemoov, Destino Férias e Atomica App. Além disso, junto com uma agência de turismo, oferece pacotes especiais de viagem para pais e mães solo; divorciados LGBT+; e pacotes customizados para pessoas maduras divorciadas.

“Nossa intenção é ampliar cada vez mais o leque de parcerias e serviços para acolher as pessoas divorciadas da mellhor forma possível. Movimentamos também nossas redes sociais com postagens e lives com especialistas abordando assuntos de interesse do público divorciado ou em processo de separação. É um projeto amplo. A gente fala de dor nesta hora em que o mundo está doente de relacionamentos e aponta caminhos. Estamos preparados para dar esse suporte”, conclui a empresária.

Mais informações:

Assessoria de imprensa do Idivorciei

Ex-Libris Comunicação Integrada

Cristina Freitas (21) 99431-0001 – cristina@libris.com.br

5 Dicas para Comemorar bem o Dia da Mulher

Bem vindas (os) ao Idivorciei! Eu sou a Gisela Gusmão, Psicóloga e Psicoterapeuta de Casal e Família.


Gostaria de iniciar este artigo convidando cada leitora a deixar um comentário a respeito do Dia Internacional da Mulher. A sua opinião é muito importantes. Participe!

A data é celebrada anualmente, no dia 8 de março, desde 1918 e oficializada somente em 1975. Tem origem nos EUA, quando em 1909, mulheres iniciaram manifestações pela igualdade de direitos civis,
em favor do voto feminino, bem como da imposição de uma carga horária de trabalho desumana, chegando à 16h/dia inclusive aos domingos.

A título de reflexão, gostaria de listar algumas formas de comemoração desta data, que podem desviar o foco dos seus reais propósitos. Há muitas décadas que nesse dia as mulheres são presenteadas com flores, chocolates, folga no trabalho e muitas mensagens cordiais. Entretanto, no restante do ano, é uma luta conseguir um voluntário para ao menos lavar a louça, reduzindo a sobrecarga da jornada dupla que a maioria de nós enfrenta.

Para esse Dia Internacional da Mulher, o meu presente são 5 dicas para celebrar bem. Ação é tuuudooo!

  1. Aproxime-se de pessoas que te tratam de forma especial todos os dias. Não somente nos 8 de Março.
  2. Promover reflexões sobre igualdade de deveres dos homens, não somente de direitos das mulheres.
  3. Analise quais avanços você conseguiu nos aspectos pessoais a partir do estabelecimento de regras claras e objetivas, para tornar mais sadia a sua relação com os homens que convivem com você. Se ainda não criou o seu plano de transformação, comece já.
  4. Eleja uma tarefa da sua jornada dupla que será delegada aos que convivem com você e promova uma reflexão a esse respeito.
  5. Faça uma lista de pontos a serem aprimorados até a próxima celebração em 2022, transformando o “ser mulher empoderada” num objetivo de ordem prática.
    Continuem com a gente. Pois no Idivorciei você nunca está sozinha(o).
    Parabéns e boa sorte a todas!!

Por Gisela Gusmão – Psicóloga e Psicoterapeuta de Casal e Família

Acompanhe pelo Instagram: https://www.instagram.com/gisela_gusmao/

Mais dia, menos dia: O divórcio

Claro que ninguém casa pensando em se separar. Duas pessoas decidem morar juntas com a melhor das intenções. A cada novo dia de casados, o casal comemora mais um dia juntos. Em alguns casos, conforme surgem conflitos e desavenças, um vira inimigo do outro até sem perceber.

Um dia alguém, ou ambos acordam para a realidade: que bom seria que fosse um dia a menos juntos. Por mais que se esteja vivendo essa fase de arrependimento, sejamos sinceros: todo mundo fala que casar é lindo, como se fosse um caminho obrigatório na sua trajetória de evolução pessoal.

Porém, tudo começa com o namoro, quando o casal desenvolve uma dinâmica própria de convivência, e ninguém percebe se está dando demais ou cobrando demais, se está deixando a desejar e se quer (e pode) melhorar para que a relação siga leve, de ganha-ganha, feliz, cada um dando o que pode e como consegue, sem cobranças e exigências e todo o peso que transforma um vínculo gostoso em um casamento cansativo que segue para uma separação hostil. 

A Constelação Familiar pode ajudar você a desenvolver um novo olhar com relação a tudo o que foi, como foi, para que esse término seja amigável, respeitoso, honrando uma história juntos. Livre de vinganças e apegos ao passado típicos de uma criança ferida, mas liberando e libertando ambos os envolvidos (como adultos que são) para um novo amor e uma nova jornada, divorciados.

Instagram: https://www.instagram.com/lelia_pace/

A mediação como forma de ajudar os “pais a continuarem a ser pais” após a separação

Sem dúvidas a separação traz sofrimento para a família como um todo e sim quase sempre causa sofrimento aos filhos, porque a separação é, não só para os pais, mas também para as crianças, uma transição de vida e consequentemente um processo de luto e de readaptação às mudanças que surgem na família.  Nestes é interessante buscar auxílio de um mediador eis que a mediação procura que o casal construa um divórcio o menos traumatizante possível, facilitando a comunicação entre si e ajudando os pais a manter com os filhos um relacionamento equilibrado, próximo, participativo e responsável. 

Devemos lembrar que os filhos precisam e tem o direito de ficarem com os dois pais. Ambos sabem e conhecem o que melhor convém e qual à dinâmica da sua vida familiar, e, por isso, na mediação trabalham em conjunto para chegarem a um acordo em conformidade com este princípio.A mediação auxilia os cônjuges a redefinirem os papéis enquanto pais capazes de colaborar um com o outro para criar metas familiares, através de um processo de negociação a fim de evitar futuras disputas, responsabilizando os pais para uma participação ativa e afetiva na educação e bem-estar dos seus filhos. 

Para que tal suceda, o recurso à mediação para resolver a dissolução conjugal é a melhor solução para os filhos, uma vez que o mediador, imparcial, atua no sentido de estimular os pais a colocarem de lado as suas amarguras sobre o relacionamento conjugal, concentrando-se nas necessidades dos seus filhos, que também devem ser abordados e considerados na mediação.Nestes termos, sem tomar partido e sem decidir pelo casal, o mediador tenta ajudar os pais a compreender as necessidades dos filhos visando o seu bem-estar, através de um relacionamento parental cooperativo. Ainda que, o mediador possa apresentar sugestões e ajudar o casal a formular planos de cuidado parental, o acordo final cabe aos pais.

A sua finalidade não é contribuir para a reconciliação do casal, mas ajudar as famílias a resolver as questões relativas ao divórcio e fazer acordos bem sucedidos. Todavia, o sistema não funciona para todos, assim, alguns casos precisam ser decididos em Tribunal. Contudo, para a maioria das famílias a mediação é a melhor alternativa para resolver os complexos problemas criados pelo divórcio.


Por: Martina Madche – Advogada de Família – OAB/RS 60.281

http://martinamadche.blogspot.com/

https://www.facebook.com/martina.madche

https://www.facebook.com/divorcioparaelas
Instagram: @martinamadche e @divorcioparaelas 

Terminei minha união estável, agora sou Divorciado?

Olá pessoal.
Eu sou Danilo Matos, um dos profissionais do segmento jurídico aqui do
IDIVORCEI.

E como sempre, venho trazer conteúdos de relevância a vocês de uma
forma mais clara e objetiva.

Hoje eu vou relatar um assunto bem interessante ao qual foi questionado
em uma das nossas redes sociais (sigam! tem muito conteúdo para
auxiliar vocês por lá) que foi o seguinte:

Vivo em união estável e vou terminar esse relacionamento, agora serei
divorciado? E a resposta é, não!

Diferentemente dos regimes de casamento, quando o casal vive em união
estável e termina esta relação, eles voltam ao estado civil anterior, ou
seja, voltam a ser solteiros.

Já os casados, adquirem um novo estado civil, que é o de divorciados.
Bacana essa informação não é mesmo?

E hoje vou ficando por aqui.
Forte abraço e até a próxima.

Por: Danilo Matos – Advogado

O Divórcio não é o fim

Assim como há o Dia da Mulher, Dia dos Namorados, Dia do Avós, entre outras datas comemorativas, há também o Dia dos Divorciados!  Sim, dia 06 de janeiro, justamente no comecinho do ano, e não é à toa, não.

Muitas mulheres quando se divorciam, ou até mesmo antes de se divorciarem, e estão vivendo um casamento em crise, pensam que a vida termina ao se divorciar, que não há mais o que viver. Algumas, inclusive, se dedicam integralmente aos filhos e se esquecem de si mesmas.

Mas tenho uma boa notícia pra você! O divórcio não é o fim! Se até data para se comemorar existe, acredite, não é o fim mesmo.

Quando ressignificamos os fatos da nossa vida e nos perguntamos qual o aprendizado podemos ter com cada situação vivida, a chave vira. O ponto de partida é esse. Tudo na vida tem um aprendizado. Ninguém passa por nós sem um motivo. Quando descobrimos o aprendizado, nos tornamos melhores e mais sábias.

Ressignificar é dar um novo significado. É descobrir que você pode se tornar um ser mais evoluído com tudo que viveu. Quando deixamos a luz adentrar na ferida, a cura vem. 

E vem de um jeito que modifica tudo. O que parecia ser o fim, torna-se um grande Recomeço.

Ressignifique!

Feliz Recomeço!

Por, 

Renata Lemos

OAB/ES 24437

Advogada da Mulher

Acompanhe Renata Lemos pelo Instagram: https://www.instagram.com/renatalemos.adv