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Como viver de renda? Quanto eu preciso investir?

O divórcio, sob certa perspectiva, traz consigo um novo ciclo de vida, carregado de novidades e  possibilidades. A assessoria profissional para investimento muito tem a agregar para a vida dos  divors, trazendo paz e tranquilidade financeira, além de ajudar a desenhar o caminho a ser  percorrido para conquistar seus objetivos pessoais, como, por exemplo, alcançar a  independência financeira. 

A tão sonhada independência financeira é desenhada por muitos numa frase só: Não ter mais  de trabalhar, viver do rendimento das minhas aplicações. Apesar de soar muito bem e fácil, a  verdade é que não é simples assim e é imprescindível dominar uma série de técnicas e conceitos  do mercado financeiro – ou ao menos estar bem assessorado. 

1- Planejamento financeiro 

Fazer um planejamento detalhado e preciso é essencial para poder ter a tranquilidade de viver  de renda. Como todos os parâmetros para aplicações financeiro são de natureza numérica,  podemos calcular e definir todo o trajeto de uma aplicação financeira. Quando se sabe o valor  que será necessário mensalmente e quais gastos são previstos para futuro, tais como faculdade  dos filhos, por exemplo, é possível calcular quanto deve-se investir para cobrir integralmente  estes gastos. 

2- Inflação 

Uma coisa que deve ser levada em consideração ao realizar o planejamento financeiro para viver  de renda é que o preço de todos os produtos estão sempre subindo e o custo de vida se torna  mais caro ano após ano. Isso deve ser levado em consideração especialmente para aqueles que  pretendem conservar o patrimônio e fazer uso apenas dos rendimentos, para que não aconteça  uma redução em seu poder de compra. Existem previsões para a inflação e o Banco Central é  responsável por tomar medidas para mantê-la sob controle. 

3- Retorno esperado 

Embora existam, sim, produtos de investimento cujo retorno seja pré-fixado, entendemos que  é mais seguro e inteligente diversificar os investimentos em produtos de diversas naturezas e  rendimentos que só serão definidos no futuro. Desta forma, deve-se levar em conta uma série  de fatores econômicos para alcançar uma boa análise de qual seria um rendimento esperado  razoável para aplicações financeiras dentro de um padrão de risco. Investimentos de maior risco  possuem um retorno esperado mais alto, porém, podem não conseguir entregá-lo. 

Vamos à prática! Vamos supor que Vanessa, divorciada, quer viver os próximos 20 anos com  uma renda mensal de R$ 10.000,00, corrigidos pela inflação. Considerado que as aplicações de  Vanessa possuem um retorno esperado de 8% ao ano, e que a meta de inflação do Banco Central  é de no máximo 4%, podemos calcular matematicamente que Vanessa precisa de R$  1.685.000,00 aplicados hoje para seguir esse planejamento. 

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Por: Gustavo Hamdan, assessor de investimentos sócio Top Investment Group

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