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Como classificar as dívidas e organizar a vida financeira pós-divórcio?

Quando a mulher deixa a vida de casada e parte para viver solo, ela encontra alguns desafios na vida financeira que se ela não estiver atenta para o que possa acontecer, certamente, pode causar desânimo ou até mesmo contrair mais endividamento.

Além de estar emocionalmente fragilizada, o que é comum, encarar uma vida onde a partir deste momento ela é mais que responsável pelas suas decisões. Esta mulher o que menos querer atualmente é perder tempo, dinheiro e momentos. Concorda? Para evitar alguns desses desafios é preciso prevenir e ajustar o caminho, até que a situação comece a fluir naturalmente quando o hábito se instalar.

Não sei se isto aconteceu com você, mas eu queria viver tudo aquilo que por anos eu fiquei presa e não podia fazer, por escolha minha, e porque envolvia outra parte. Se de um lado eu me sentia desafiada a viver tudo o que sonharia, por outro eu pensava como iria pagar as dívidas, como aumentar a minha renda, como manter a casa e os filhos, como fazer minha vida seguir em frente? Estes e muitos outros desafios que encontramos no caminho depois do divórcio. O importante aqui é que devemos separar o que é concreto e o que são apenas coisas da nossa cabeça para não ficar preocupada e cometer equívocos na vida financeira que podem trazer consequências sérias ao nosso orçamento.

Ao pensar como pagar as dívidas o melhor a fazer é listá-las e identificar quais são as mais urgentes. Geralmente são aquelas que envolvem bens como financiamentos de imóveis e bens móveis. Logo após, estão as dívidas básicas que envolvem as necessidades como água, energia, gás, condomínio, etc. As dívidas como cheque especial, cartão de crédito e empréstimo vêm depois e não menos importantes, mas são negociáveis. E quem não aprende administrar bem seu dinheiro, mesmo que seja pouco, não vai saber lidar com muito dinheiro. Pois, quem tem habilidade de fazer o seu dinheiro render e multiplicá-lo no perrengue como um divórcio, sobressairá em qualquer situação que envolva finanças. Pois encontra-se nos problemas, a oportunidade de criar certas habilidades e tomar decisões em fazer dar certo seu equilíbrio financeiro.

Compreendo que é um desafio para você, assim como foi pra mim, pois antes contávamos com uma renda maior devido a outra parte, mas agora não é hora de ficar pensando no “e se?” . Este tipo de pensamento só atrasa e aumenta o medo que muitas vezes, desnecessários, para o exato momento. Se a vida financeira está desequilibrada, muitas dívidas para pouco dinheiro, a sugestão é cortar gastos desnecessários temporariamente, aumentar a renda, escolher o que é prioridade e muito importante, buscar meios mais criativos para não ser tão drástica quanto aos cortes, buscar fazer dinheiro agregando o que já faz até que volte a se reerguer. Combinado?

Karla Macêdo.

Finanças para divorciadas.

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