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Uniões estáveis crescem 14% no Brasil, mas divórcios batem recorde em 2021

Dados do Colégio Notarial do Brasil apontam 37 mil separações de janeiro a junho deste ano, um aumento de 24% em relação ao primeiro semestre de  2020.

As uniões estáveis cresceram 14% no Brasil, de janeiro a agosto deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. A busca pela formalização está ligada à garantia de benefícios e direitos em um ambiente de pandemia e milhares de famílias afetadas pela Covid-19. O diretor do Colégio Notarial do Brasil, Andrey Guimarães Duarte, lembra que a união estável é um dos principais instrumentos de comprovação ao direito à pensão do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). “Planos de saúde exigem a prova da união estável por escritura pública para você poder indicar a pessoa como sua dependente. O INSS exige também para que a pessoa possa receber aposentadoria ou outros proventos, também pensionistas, situações às vezes relacionadas com a morte”, explica Duarte.

Se as uniões estáveis crescem no Brasil, paralelamente os divórcios também avançam. O país registrou um novo recorde no primeiro semestre de 2021. De acordo com o Colégio Notarial do Brasil, de janeiro a junho de 2021, foram 37 mil divórcios, um aumento de 24% em relação ao primeiro semestre do ano passado. Um mercado em ascensão, que levou os empresários Calila Matos e Luís Carlos Tardelli a focarem o atendimento a esse público em uma plataforma digital, o “Idivorciei”, que reúne 50 especialistas voltados para saúde emocional, assessoria financeira, soluções jurídicas, bem-estar, carreira profissional e lazer.

“Nós estamos falando da maior geração de filhos de divorciados da história. Se não cuidarmos disso, teremos uma geração extremamente traumatizada por conta do término do casamento dos pais. Então, o nosso objetivo é cuidar dessas pessoas com esses profissionais. A gente consegue fazer um ciclo de oportunidades para acolher essas pessoas, esse é o nosso objetivo”, afirma. Segundo o IBGE, os divórcios cresceram 75% nos últimos cinco anos no Brasil. Em 2020, ano de início da pandemia, no mês de julho, foram 7.400 divórcios, um salto de 260% em relação à média de meses anteriores.

Assista a participação da Idivorciei na Jovem Pan News

Por: Jovem Pan News

Idivorciei lança Programa Virando a Página para ampliar ajuda a divorciados

Programa vai oferecer gratuitamente serviços de beleza e bem-estar, além de decoração e organização do lar

Devido ao sucesso da Idivorciei, plataforma que reúne soluções e serviços para facilitar a vida daqueles que enfrentam o processo de separação, os empresários Calila Matos e Luís Carlos Tardelli estão lançando o Programa Virando a Página, a primeira websérie destinada exclusivamente a divorciados ou separados, que estará disponível no Youtube.

O objetivo é ampliar ainda mais o escopo de atendimento a esse público, que já conta com o apoio, nas plataformas digitais da Idivorciei, de mais de cinquenta especialistas nas áreas de saúde emocional, assessoria financeira, soluções jurídicas, bem estar, carreira profissional, entre outras. 

Programa Virando a Página vai oferecer ao público “divor” (divorciada/o) serviços de beleza e bem-estar, além de projetos de decoração e organização de ambientes; tudo gratuitamente, graças à parcerias com patrocinadores e apoiadores. Para quem quer participar e ter acesso aos benefícios, basta acessar o site: Programa Virando a Página – idivorcieie clicar em “Quero recomeçar”, que automaticamente abrirá o cadastro via Whatsapp. Depois, é só contar como foi – ou está sendo – o processo de separação/divórcio, por meio dessa inscrição. 

As pessoas serão selecionadas após análise das histórias recebidas. Os escolhidos para fazer parte do Programa terão então, à disposição, vários “afagos”. Um carro com motorista vai levá-los à clínicas e salões de beleza, onde passarão por transformações no visual; além de consultas com especialistas em saúde e bem-estar. Mas não é só. A transformação ocorrerá também no lar. Uma equipe formada por decoradores e personal organizers vai repaginar um ambiente da casa escolhido pelo participante para que ele se sinta, realmente, virando uma página de sua vida.

“Nossa proposta é dar todo o apoio possível, por dentro e por fora,  àqueles que estão enfrentando situações difíceis na vida pessoal em razão da separação. Para isso, contamos com uma rede de parceiros “do bem”. Desde o final de 2020, por meio da Idivorciei, disponibilizamos conteúdo qualificado nas áreas de saúde emocional, jurídica, viagens, assessoria financeira, entre outras, para nortear esse momento. Decidimos agora ir além, conscientizar as pessoas sobre términos e recomeços saudáveis, a fim de proporcionar também momentos de satisfação pessoal e aconchego no lar, com o Programa Virando a Página. Queremos levantar a autoestima dessas pessoas, tão necessária nessa fase difícil do pós-divórcio”, conta Calila Matos, fundadora da Idivorciei, que é divorciada, mãe solo, empreendedora social e escritora.

Os números comprovam o aumento recorde de casos de divórcio no Brasil durante a pandemia. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de divórcios no país cresceu 75% em cinco anos, mas em meados de 2020 saltou para 7,4 mil apenas no mês de julho, um aumento de 260% em relação à média de meses anteriores.

Inscrições:

Programa Virando a Página – idivorciei

Youtube: idivorciei 

Instagram: @idivorciei

Facebook: idivorciei

Acesse o primeiro episódio: 

Por: Ex Libris – Uma agência full service que atua de forma integrada em todas as áreas da comunicaçãos.com.br

O que te promove desejo? O que pode te promover prazer?

Questionar isso a quem já se divorciou ou está divorciando pode soar como tolo. Pois é evidente que, uma vez que a pessoa se casou, ela sabe aquilo que promove interesse desejo carnal. Porém, encarando a realidade, vemos que muitos relacionamentos são pautados por outras questões, como estabilidade financeira, companheirismo a até comodismo. Enquanto a questão sexual, carnal ficam em segundo plano. 

Até pouco tempo, o casamento era pura e simplesmente um contrato social, um pacto entre famílias; mas nos últimos séculos tem se tornado algo a ser escolhido pelo casal. Ser feliz passa a ser um objetivo, um desejo. E a felicidade e satisfação são vivências que dependem de alguns parâmetros, como já citados: estabilidade econômica, companheirismo, intimidade afetiva, um lastro de amizade e, em piores casos, certo comodismo que mantém a relação. 

Apesar do avanço das compreensões acerca do casamento, com essa busca pela satisfação; um aspecto permanece ignoto – o desejo e o prazer carnal, a sexualidade. Quantas conversas ou ambientes saudáveis conhecemos para abordar tal temática? Quantas famílias tem esse diálogo aberto? 

Nossa sexualidade, aquilo que desejamos, aquilo que queremos, aquilo que nos desperta prazer ou instiga são todos pontos a serem desvelados. Infelizmente, como sociedade ainda estamos começando, mas que isso não seja empecilho para que vocês me respondam: o que te dá desejo?

Por: Gustavo Villa Real, médico (CRM 209727/SP), psicanalista e colaborador do Idivorciei

Instagram:@dr.gustavo.villa.real

Startup aproveita disparo do número de divórcios na pandemia para lançar site

ados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o número de divórcios no Brasil cresceu 75% em cinco anos. Em 2020, entretanto, o total saltou para 7,4 mil separações jurídicas apenas em julho, o que significa um aumento de 260% sobre a média de meses anteriores. Somado à facilidade dos trâmites do processo, que simplificaram muito nos últimos anos, está também o efeito da convivência “forçada” pelo isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19. Diante desse cenário, uma empresária de São Paulo criou o site “Idivorciei”, plataforma que oferece soluções e conteúdo para divorciados.

Calila Matos é comunicóloga especialista em negócios, com 15 anos de experiência na comercialização e gestão de projetos on-line. Na vivência pessoal de mãe solo divorciada há quatro anos, a empresária se inspirou para desenvolver um produto voltado para pessoas que atravessam os mesmos problemas que ela enfrentou no processo de separação. “É um mercado para o qual ninguém olha”, acredita a gestora, que encontrou nesse nicho uma excelente oportunidade de negócio.

Por meio de vídeos e publicações no site e nas redes sociais da empresa, são oferecidos serviços, informações e produtos específicos para descasados. A startup conta com cerca de trinta parceiros nas áreas de compras, viagens, bem-estar, assessoria financeira, assessoria jurídica, saúde emocional, relacionamentos, moradia e cursos. “A separação sempre esteve na sociedade, mas ninguém quis chamar a responsabilidade para acolher com tantos segmentos. Somos uma startup de impacto social e empreendedorismo feminino e queremos crescer para acolher ainda mais”, afirma Calila.

Para associar-se comercialmente à plataforma, os interessados fazem um cadastro no site. Após analisado o perfil da empresa, ela passará por uma consultoria para adequação de seu serviço e/ou produto ao perfil do público do “Idivorciei”. Segundo Calila, as dificuldades vão das mais simples às mais complexas. “Marcas e serviços precisam se humanizar, entender que o acolhimento fideliza, que alguém na relação vai sair sem a geladeira, sem fogão, sem carro, que precisam de advogados, de psicólogos e apoio”.

Na sessão “Bem-estar”, os divorciados contam com profissionais de diversas áreas voltadas à qualidade de vida, como astrologia, estética e um aplicativo que reúne nutricionistas, mentores de meditação, treinadores de atividades físicas, entre outros.

Além dos serviços oferecidos e dos cupons de desconto para compra de produtos, o site também possui um blog com artigos assinados pelos profissionais parceiros, abordando, entre outros assuntos, temas como pensão alimentícia, declaração de imposto de renda, relacionamentos abusivos, empreendedorismo e relação com os filhos. 

Fonte: Site Olhar Digital – https://olhardigital.com.br/

19 de Abril 2021

Como pude me iludir tanto?

Um questionamento pertinente e bastante frequente ao término de uma relação. Existe um processo inevitável de ilusão e fantasia. Até porque a paixão é, por definição, o silenciamento (ainda que transitório) da razão.


É importante ressaltar que para muitos o termo ilusão dá a ideia de processo passivo – como se fosse mais responsabilidade do outro do que nossa. Como se o outro nos ludibriasse e não nós mesmos que tivéssemos visto aquilo que nos interessava. Entender que é um processo autoral e ativo, ainda que inconsciente, é fundamental.


A ilusão dentro do contexto de uma paixão é inevitável. Sentimentos e emoções tomam conta de nossa vivência; dando espaço para que impulsos e energias inconscientes tomem as rédeas da situação. Governados por aquilo que é emoção, em detrimento daquilo que é razão.


Porém, se sistemática e constantemente olharmos para dentro, podemos prever alguns desses apreços que nem sabíamos ter. Qualquer processo analítico é oportunidade de compreender de forma mais clara aquilo que nos irrita, enoja, distancia e aquilo que nos fisga e aproxima.


Conhecer a nós mesmos é ferramenta para, possivelmente, prever essas ilusões. Além disso, entendendo a relevância inconsciente desses sentimentos, podemos nos perdoar por termos “nos iludido tanto…

Para concluir, cito Paulinho da Viola, que dizia:
“A todo instante rola um movimento
Que muda o rumo dos ventos
Quem sabe remar não estranha
Vem chegando a luz de um novo dia
O jeito é criar um outro samba
Sem rasgar a velha fantasia”
É preciso aprender a remar…”

Por Gustavo Villa Real, médico (CRM 209727/SP), psicanalista e colaborador do Idivorciei. 

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Finalizando ciclos após o divórcio

A superação do fim de um casamento não é algo fácil de se alcançar, leva tempo, às vezes, um longo tempo. O fato é que o luto precisa e deve ser vivido. E o primeiro ano após a separação é o mais difícil.

Aos poucos tudo vai normalizando e se encaixando, assim como também a dor encontra seu lugar. O fato é que, de repente, a hora de nos relacionarmos surge novamente. Oportunidades aparecem mais facilmente, até porque, nosso instinto pelo pertencer ao outro, está mais evidente.

Até que tudo se reinicia. A euforia da paixão nos motiva, como uma adrenalina, e amor retorna à nossas vidas. Tudo é novo, tudo surpreende, e as comparações são inevitáveis. Em alguns casos, o namoro se estende a um “morar junto”, e até as escovas de dentes encontram seu par.

Contudo, após um divórcio, a mulher se torna muito mais exigente, seja porque houve algum tipo de abuso e ou toxidade em seu casamento, ou
ao contrário, o ex foi a melhor pessoa que passou por seu caminho.


Fato é que a mulher se torna corajosa para não aceitar menos do que sabe que merece. O convívio não é simples, assim com em um casamento, há diferenças de crenças, criação, costumes e manias entre os parceiros. Normal!

Acontece que aquele parceiro não é o pai de seus filhos, não houve um compromisso perante outras pessoas e, talvez, o que resta – além de bens
que possam ter sido adquiridos em comum -, são medos, receios e o pensamento de ter que recomeçar mais uma vez. E como conseguir encerrar mais um ciclo sem tanto sofrimento.

Mais uma tarefa de cura, libertação, talvez até mesmo, sofrimentos e mágoas que não gostaríamos deixar no outro. Mas ciclos precisam ser encerrados! Não se pode conviver com algo que não nos faça mais feliz, principalmente se não há laços eternos que os prendem. O objetivo desse artigo é facilitar encerramentos de ciclos, pois, por mais dolorosos que sejam, são necessários.

Primeiro ponto a ser levado em consideração, é a honestidade consigo mesma. Não há relacionamento que sobreviva quando há dúvidas quanto
aos sentimentos. Sem contar, que o outro, não merece dualidade, aliás, nenhum de nós, merece.

Segundo passo é analisar e avaliar o que nos impede de romper, ou seja, qual o motivo real que nos “prende” àquela pessoa. E por fim, se perguntar: o quê eu perco e/ou ganho permanecendo na relação? E ainda: o quê eu perco e ganho colocando um fim, um ponto final?

Encontrando as respostas e analisando os pontos acima, podemos ter mais direcionamento ao tomar qualquer atitude. O que não podemos é deixar caminhar como se estivesse tudo bem, se na verdade, não está.

Finalizar ciclos é muito mais complexo que este artigo, mas a autora aqui, deseja lucidez e direcionamento para uma melhor decisão.

Com amor,

Renata Lêmos

OAB/ES 24437

Advogada da Mulher

Acompanhe pelo Instagram: https://www.instagram.com/renatalemos.adv

Como classificar as dívidas e organizar a vida financeira pós-divórcio?

Quando a mulher deixa a vida de casada e parte para viver solo, ela encontra alguns desafios na vida financeira que se ela não estiver atenta para o que possa acontecer, certamente, pode causar desânimo ou até mesmo contrair mais endividamento.

Além de estar emocionalmente fragilizada, o que é comum, encarar uma vida onde a partir deste momento ela é mais que responsável pelas suas decisões. Esta mulher o que menos querer atualmente é perder tempo, dinheiro e momentos. Concorda? Para evitar alguns desses desafios é preciso prevenir e ajustar o caminho, até que a situação comece a fluir naturalmente quando o hábito se instalar.

Não sei se isto aconteceu com você, mas eu queria viver tudo aquilo que por anos eu fiquei presa e não podia fazer, por escolha minha, e porque envolvia outra parte. Se de um lado eu me sentia desafiada a viver tudo o que sonharia, por outro eu pensava como iria pagar as dívidas, como aumentar a minha renda, como manter a casa e os filhos, como fazer minha vida seguir em frente? Estes e muitos outros desafios que encontramos no caminho depois do divórcio. O importante aqui é que devemos separar o que é concreto e o que são apenas coisas da nossa cabeça para não ficar preocupada e cometer equívocos na vida financeira que podem trazer consequências sérias ao nosso orçamento.

Ao pensar como pagar as dívidas o melhor a fazer é listá-las e identificar quais são as mais urgentes. Geralmente são aquelas que envolvem bens como financiamentos de imóveis e bens móveis. Logo após, estão as dívidas básicas que envolvem as necessidades como água, energia, gás, condomínio, etc. As dívidas como cheque especial, cartão de crédito e empréstimo vêm depois e não menos importantes, mas são negociáveis. E quem não aprende administrar bem seu dinheiro, mesmo que seja pouco, não vai saber lidar com muito dinheiro. Pois, quem tem habilidade de fazer o seu dinheiro render e multiplicá-lo no perrengue como um divórcio, sobressairá em qualquer situação que envolva finanças. Pois encontra-se nos problemas, a oportunidade de criar certas habilidades e tomar decisões em fazer dar certo seu equilíbrio financeiro.

Compreendo que é um desafio para você, assim como foi pra mim, pois antes contávamos com uma renda maior devido a outra parte, mas agora não é hora de ficar pensando no “e se?” . Este tipo de pensamento só atrasa e aumenta o medo que muitas vezes, desnecessários, para o exato momento. Se a vida financeira está desequilibrada, muitas dívidas para pouco dinheiro, a sugestão é cortar gastos desnecessários temporariamente, aumentar a renda, escolher o que é prioridade e muito importante, buscar meios mais criativos para não ser tão drástica quanto aos cortes, buscar fazer dinheiro agregando o que já faz até que volte a se reerguer. Combinado?

Karla Macêdo.

Finanças para divorciadas.

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A libido também precisa de divórcio

Oi tudo bem com você? Não tá não, né?! Ainda está doendo, né?! Eu sei. Imagino. Sei que não é fácil, sei que você ainda o ama… ou a ama… mas é preciso levantarmos nossa própria bola e dar a volta por cima. 

Hoje eu vou mostrar alguns lados bons do divórcio e que por incrível que pareça esses lados existem. 

No vídeo passado eu comentei que meus pais me separaram e eu escrevi um livro para minha mãe… mas o que eu não contei é que fui eu que pedi o divórcio deles. Sim! Euzinha aqui…

Dos 12 aos 16 anos eu implorei para a minha mãe se separar porque aquela relação estava fazendo muito mal a meus irmãos e eu, e mais ainda a ela própria. Quando há filhos na jogada, o casal, de fato, hesita pela separação. E é aí que está um dos lados bons: o divórcio acaba com as brigas dentro de casa e na frente dos filhos. Nós sofremos muito e se você está pensando nisso, não hesite. A sua libido de vida, a qual inclui sua energia vital diária, seus sorrisos, sua plenitude, sua alegria, seu bem estar dentre outras coisas, é essencial para a libido de vida de seus filhos também. 

Opa! Deu bug no cérebro? Crianças e adolescentes têm libido? Como assim? Libido não é desejo sexual?

Não, nada disso!

Segundo Freud, o pai da psicanálise e da libido, ela não está relacionada somente à sexualidade. A libido também está presente nas demais áreas de nossa vida caracterizadas pela sublimação da energia libidinosa. Freud chega a compará-la ao conceito grego de Eros, que não é exclusivo para o desejo sexual, ou seja, a libido abrange toda a força vital e vontade de viver. É o desejo de criar vida e inspiração para produzirmos e construirmos.

Lindo, né?!

Agora chega de filosofar e bora para a prática. 

Divorciou? Ok! Já chorou tudo e viveu o luto? Beleza. Agora bora dar um salve pra sua libido porque ela também precisava do divórcio. Um casamento não acaba de um dia para o outro e quando ele não vai bem, vai arruinando nossa libido aos poucos. Ficamos mais tristes do que felizes. Brigamos mais do que conversamos. Desconectamos mais do que entramos em acordo. Não queremos mais ceder. Nos sentimos sufocados. Deixamos nossos filhos ansiosos e tristes também. Eu não vou mais deixar sua libido, sua energia de vida desanimar. 

Marianna Kiss

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Site: Sexsência | Educação Sexual (sexsencia.com.br)

Onde é que me perdi ou onde é que me escondi?

Em nossa sociedade patriarcal, esse é um questionamento muito frequente entre mulheres que, durante um relacionamento, acabam tendo sua individualidade perdida (ou melhor, escondida). 

Tentarei discorrer sobre esse processo. Que começa, por essência, na construção de uma sociedade patriarcal. Mas qual o significado disso ou suas implicações? A sociedade onde vivemos, crescemos, nos constituímos, aprendemos a amar e nos relacionar nos mostra caminhos. Caminhos esses já consagrados e muito mais acessíveis do que os ditos “inovadores”. 

No início existe um interesse mútuo e vontade de conquista – o que há de mais belo é exposto. Um ar de sedução, interesse e resiliência. Essa intenção de “embelezar” a realidade não é maldosa ou mentirosa por essência; apenas é limitada. Trata-se de um convite para que algo cresça. 

Se não houvesse interesse (e poderemos discutir em outros textos quais interesses levam alguém a se aproximar de outro), nada aconteceria. E esse interesse se transforma em uma forma de dedicação – direcionamento de tempo e atividades a esse outro alguém. Aquilo que começa com um encontro passa a ser mais frequente e relevante. Até que as coisas se unifiquem – lazer, atividades sociais, rotina, até casa e outros. 

Lembrando que o processo de “se perder” (chamarei assim) pode ocorrer tanto em casamentos duradouros, quanto em relações muito mais fugazes. Não existe regra quanto a isso. A regra é uma: ambos com o tempo irão se frustrar. E aí que talvez o processo comece efetivamente. 

Diante de frustrações, soluções precisam surgir. Alguma forma de diálogo (ainda que mínima e insuficiente) deve existir. E um “pacto”, alguma forma de contrato precisa ser firmado – com o intuito de evitar novamente o mesmo problema. E dependendo da forma como esse contrato é feito, suas condições e motivações; é possível que alguma liberdade seja perdida. 

Abdicar de liberdades faz com que um perigoso precedente se abra, o que pode se suceder outras vezes. Além disso, isso distancia a pessoa daquilo que outrora trouxeram prazer. Pode ser alguma atividade que se deixa de fazer, amigas(os) que se deixa de encontrar, temas que se deixa de abordar. Isso pode evitar discussões; mas aliena. 

E esse tipo de concessão pode acontecer de forma bilateral (acometendo ambos); mas diante do modelo de sociedade em que vivemos, é indiscutível que mulheres possam ser mais frequentemente acometidas. E com o tempo, aquilo que tornava aquela pessoa autêntica, se perdeu. E pode permanecer assim por tempos.

É claro que o reencontro com sua singularidade pode ocorrer durante a relação. Contudo, por vezes, é tarde demais e uma mudança precisará acontecer. E essa mudança acaba trazendo espaço; o qual pode promover questionamentos angustiantes, mas pertinentes. 

Cito uma passagem do filme “Tudo sobre minha mãe”, em que a personagem Agrado diz algo assim: custa caro ser autêntico(a), mas com esse tema não podemos ser avarentos. E seremos mais autênticos, à medida que nos aproximamos daquilo que sonhamos ser. 

Busquemos nossos sonhos e tenhamos clareza se são nossos ou de outros.

Por Gustavo Villa Real, médico (CRM 209727/SP), psicanalista e colaborador do Idivorciei. 

Instagram: Saude Mental (@dr.gustavo.villa.real) • Fotos e vídeos do Instagram

A importância do planejamento financeiro da mulher, quando ela decide pelo divórcio

Antes da mulher optar pelo divórcio, muitas indagações e questionamentos ela pensa. Acontece que algumas vezes ela duvida da sua competência e capacidade de não dar conta de uma casa sozinha. Há também o sentimento de frustração, fracasso, se vai conseguir superar, podendo ter sentimento de culpa por separar os filhos ou que falte alguma coisa para eles. Sem contar que o padrão de vida desta mulher vai ser cortado em média cinquenta a setenta por cento.

Entretanto, a vida financeira não pode ser deixada para últimos planos quando sabemos da importância do planejamento para sua vida carreira solo. Para decidir neste momento como vai fazer, para não depender das pessoas, para ter como viver com seus filhos caso tenha, etc.

Se você já cuida das suas finanças e tem uma reserva, é hora de começar a buscar orientação profissional para os trâmites legais do divórcio. Se você, assim como eu há alguns anos atrás, não sabe nada ou quase zero de como ter este planejamento para reconstruir sua vida, posso te contar como aprendi, sem que você precise passar por caminhos desafiadores  que passei quando não sabia lidar com finanças.

Aprendi que existem três perguntas para ter comprometimento e organizar a vida financeira em qualquer momento. Principalmente para a mulher que está se separando.

 Quais os meus motivos para planejar minha vida financeira atualmente?

 Quais serão minhas estratégias para fazer dinheiro?

 E quais são minhas habilidades ou quais irei desenvolver, para ter sucesso nesta nova empreitada? Responda com sinceridade cada uma delas.

Agora é hora de pensar nos principais custos que sua casa terá, dividindo quatro. E em cada quadrante, separe-os por categorias que são:  

– Custos obrigatórios fixos- aluguel,condomínio, etc.

– Custos obrigatórios não fixos- alimentação, energia, água, etc.

– Importantes –internet, celular,etc.

– E os que podem ser cortados temporariamente- como lazer, academia.

Depois de tudo escrito, pense no que vai fazer para gerar renda e de quanto vai precisar para manter sua família. Lembre-se! Planejar não é só cortar gastos, mas saber distribuir bem para cada área criando estratégias e fazendo mais de uma fonte de renda para não depender apenas de uma. 

Quando a mulher tem autonomia nas finanças, muitas vezes não se submete a determinadas situações, porque ela sabe que pode criar renda e manter a vida em qualquer lugar. E mais! Ela sabe que existe algo que é imensurável na vida dela e dos filhos, paz! 

Karla Macêdo.

Finanças para divorciadas.

Acompanhe pelo Instagram: Finanças p/ mães divorciadas (@karla.rpmacedo) • Fotos e vídeos do Instagram